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O PROCESSO

DIAGNÓSTICO E RASTREIO

A partir de ferramentas e técnicas, desenvolvidas especificamente para atender o processo terapêutico da Psicobiologia, tudo que será feito a partir da identificação do trauma será separar o evento traumático identificado, da emoção gerada por ele.

O rastreio do trauma e seu diagnóstico é feito através de anamnese e análise de traços de caráter, que remeterá ao ponto específico do trauma a ser visto, reprocessado e anulado, abreviando o protocolo e seus resultados.

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MODIFICANDO EMOÇÕES

As emoções disfuncionais, geradas a partir de um evento traumático são modificadas em sua estrutura a fim de se tornarem nulas, sem significado. Existe técnicas que conseguem, através do acesso às memórias, reprocessar os eventos e tirar toda carga emocional negativa associada a eles. Desta forma a emoção que antes era dolorosa perde toda sua função e pode ser lembrada sem o sofrimento que trazia consigo. 

NEUROPLASTICIDADE

As bases da mudança com eficácia.

"A cereja do bolo..."

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DOR E SOFRIMENTO

 A Dor emocional é o impacto direto da experiência. É a resposta imediata, natural e inevitável a uma perda, ameaça, abuso ou qualquer evento traumático. É visceral, está ligada à sobrevivência e à integridade psíquica.

No trauma, a dor pode se manifestar como medo intenso, vergonha profunda, sentimento de impotência, desespero ou choque. 

O Sofrimento emocional é a manutenção ou resistência à dor. É o que se constrói a partir da dor, quando ela não encontra espaço para ser sentida, compreendida ou processada. No trauma, o sofrimento costuma vir de tentativas de controlar ou evitar a dor original, narrativas internas repetitivas como “isso nunca vai passar”, “foi culpa minha”, “não posso confiar em ninguém”, identificação com o trauma (“sou quebrada/o”), Reviver o passado no presente, como se ainda estivesse acontecendo.

O sofrimento, nesse sentido, prolonga o impacto da dor original, pois nos prende em ciclos mentais, emocionais ou até corporais que reativam a ferida sem curá-la. Entretanto, ele tem a função de nos fazer sobreviver ao trauma, pois a dor é insuportável, enquanto o sofrimento é um recurso, craido pelo mecanismo de defesa, de forma a ser suportado.

Uma boa metáfora  seria dizer que a dor é como um corte profundo na pele. Você sente imediatamente. É real, precisa de cuidado. Já o sofrimento seria a crosta que você insiste em arrancar todo dia, impedindo a cicatrização. Ou ainda, o que acontece quando você nega o corte, finge que não existe, e ele infecciona.

Tirar o significado da dor traumática, significa tratar o sofrimento, que é um conteúdo fantasioso e que tem a intenção de nos preservar do contato com a dor, para que possamos dar o verdadeiro espaço para a dor ser vista e, assim, curar também o olhar do que se tornou o trauma.

PENSAMENTO CRIADOR

O que você foca, cresce....

Formamos nossa impressão de mundo quando olhamos para fora e formamos nossa percepção. O pensamento é o gerador de nossa realidade: só existe aquilo que conhecemos. E se conhecemos com um bom olhar, formamos um campo agradável. Ao contrário, um campo distorcido, irreal. O trauma é uma percepção distorcida de um evento que não soubemos processar. E ao reprocessar tiramos todo seu valor, pois ele passa a ser visto da forma real e sem a importância que demos anteriormente, onde colocamos a dor.

Porque entender o que acontece a nosso redor, não é suficiente para nos curarmos, resolver os nossos traumas e sair dos dilemas psiquicos? Simplesmente porque não temos as tecnicas corretas para anular a dor do evento traumático através do conhecimento, ou até de muitas formas terapêuticas, pois olhamos para o evento como o tema a ser visto e eliminado. E o que te governa não é a história por detrás do seu trauma, mas a emoção gerada naquele momento. É ela que precisa ser vista e "tratada". 

Por isso, ao invés de curar um trauma, você "re-traumatiza" todos os dias, olhando o evento, e reforçando suas emoções negativas e reprimidas.

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CAMINHO DA CURA

O olhar da Psicobiologia para a cura do trauma é benevolente e simplista. Consiste em focar a terapia naquilo que interessa, que é entender a EMOÇÃO gerada pelo trauma, desvincula-la do evento, tirando todo significado de dor, que foi ao longo do tempo protegido por uma história, criada pelo seu traço de caráter, para te proteger dela.

Dessa forma, podemos dizer que a Psicobiologia é uma terapia breve, porém de muito impacto na resposta e em seus resultados, sem contudo provocar grandes períodos de desconforto, ao se confrontar com as etapas do processo.

Diferente do que podemos esperar de um processo terapêutico, aqui encontramos uma forma rápida de dessensibilizar o trauma sem permanecer no cenário da dor.

© 2018 por Dra. Mary Athayde. Criado com Wix.com

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